E depois de uma pausa para férias de verão (ui saudades daquelas férias de verão de longas semanas...) deixo-vos novamente o desafio, e peço a vossa colaboração para expressarem a vossa opinião por voto.
Há duas escolhas, Junho e Setembro, coisa pouca vah...
Se quiserem deixar umas palavritas ou usar as "reacções" para opinar, não se intimidem.
Obrigada pela vossa paciência e interesse.
segunda-feira, setembro 27, 2010
Porto sem Âncora
Um rasto de incerteza imergiu
Marcado com o fogo da dor
Que provocaste com aquele não
E que até hoje ainda me deixa
Sem saber o que dizer
Ou mesmo pensar
Mesmo quando tudo cá dentro se queixa.
Já não sei no que acredito
Porque do alto da montanha
Ao profundo vale
O salto mortal
Destrona tudo o que resistia
Até mesmo o pensamento imoral.
Olho p’ro norte
E olho p’ro sul
Desorientada pela rosa dos ventos
Que guia o leme do meu barco
Continua sem atracar
Nesse porto
Onde vive o teu olhar.
Tento ganhar forças
Para lançar a âncora
Em alto mar
Mas só o simples facto de te amar
Me tem deixado à deriva.
Marcado com o fogo da dor
Que provocaste com aquele não
E que até hoje ainda me deixa
Sem saber o que dizer
Ou mesmo pensar
Mesmo quando tudo cá dentro se queixa.
Já não sei no que acredito
Porque do alto da montanha
Ao profundo vale
O salto mortal
Destrona tudo o que resistia
Até mesmo o pensamento imoral.
Olho p’ro norte
E olho p’ro sul
Desorientada pela rosa dos ventos
Que guia o leme do meu barco
Continua sem atracar
Nesse porto
Onde vive o teu olhar.
Tento ganhar forças
Para lançar a âncora
Em alto mar
Mas só o simples facto de te amar
Me tem deixado à deriva.
segunda-feira, setembro 20, 2010
Questão de estar
Não sei como explicar
Esta entusiasta turbulência
De não te ter esquecido
(vá, um pouco adormecido)
Acordando sentimentos diminutos
Vindos à tona da pele
Instalados em redor da alma
Numa questão de minutos.
Não há que questionar,
Não há que perceber,
Nesta forma de estar
Sabe sempre tão bem:
Desde que chegas
Até ao momento da partida;
Desde que começou
Nunca parece que termina..
Esta alegria crescente
Faz uma ideia cimentar
Não sabendo que lhe fazer
Tenho medo que venha estragar
Esta onda de bem estar.
Servir-te uma torrada no Inverno
Partilhar um gelado no Verão
Tudo o que pareça relativo
Nada do que se possa lembrar
Do murmurar a uma discussão
De tudo a nada
Do anoitecer ao acordar
Como vamos estar?
O tempo e a saudade
Vejo-os lá longe de mão dada,
Chegarão, ou não, até nós;
As ideias ficarão mais claras,
Os sentimentos mais puros
As dúvidas mais vagas
As tristezas mais distantes
As alegrias mais e mais constantes.
Esta entusiasta turbulência
De não te ter esquecido
(vá, um pouco adormecido)
Acordando sentimentos diminutos
Vindos à tona da pele
Instalados em redor da alma
Numa questão de minutos.
Não há que questionar,
Não há que perceber,
Nesta forma de estar
Sabe sempre tão bem:
Desde que chegas
Até ao momento da partida;
Desde que começou
Nunca parece que termina..
Esta alegria crescente
Faz uma ideia cimentar
Não sabendo que lhe fazer
Tenho medo que venha estragar
Esta onda de bem estar.
Servir-te uma torrada no Inverno
Partilhar um gelado no Verão
Tudo o que pareça relativo
Nada do que se possa lembrar
Do murmurar a uma discussão
De tudo a nada
Do anoitecer ao acordar
Como vamos estar?
O tempo e a saudade
Vejo-os lá longe de mão dada,
Chegarão, ou não, até nós;
As ideias ficarão mais claras,
Os sentimentos mais puros
As dúvidas mais vagas
As tristezas mais distantes
As alegrias mais e mais constantes.
segunda-feira, setembro 13, 2010
Culpa solitária
Gira o mundo à volta de todos
Mas há quem queira
Que gire só à volta de si!
E depois me diz…
Que a culpa se deve a mim.
“Casa sem pão,
Todos ralham e ninguém tem razão”;
Casa sem dono
Todos querem mandar
E ninguém pensa com o coração.
Agora todos se querem livrar dela
Ninguém gosta de a ter
Mas eu que nada fiz
Estou-me aqui a roer
Só pelo que a outra diz!
Chamaram-me de fraca,
Fraca fui;
A mim já ninguém me comove
Porque a culpa não a tomarei
Burra sou eu
Porque burro não te chamei.
Para sempre com ela vou ficar
Leve estou porque não a tomei
Há-de morrer solitária
Porque dela não sou aia!
Mas há quem queira
Que gire só à volta de si!
E depois me diz…
Que a culpa se deve a mim.
“Casa sem pão,
Todos ralham e ninguém tem razão”;
Casa sem dono
Todos querem mandar
E ninguém pensa com o coração.
Agora todos se querem livrar dela
Ninguém gosta de a ter
Mas eu que nada fiz
Estou-me aqui a roer
Só pelo que a outra diz!
Chamaram-me de fraca,
Fraca fui;
A mim já ninguém me comove
Porque a culpa não a tomarei
Burra sou eu
Porque burro não te chamei.
Para sempre com ela vou ficar
Leve estou porque não a tomei
Há-de morrer solitária
Porque dela não sou aia!
segunda-feira, setembro 06, 2010
Noite amante
Encostas-te a porta do quarto
E logo corres-te para mim
Num beijo apertado prometes-te
Que nunca haveria um fim.
Despimos-nos ao som da música
Tocámos-nos ao ritmo do amor
Enquanto beijava o teu corpo
Murmuravas palavras belas
Versos singelos e singulares
E eu amava-te sem sequelas.
A noite parecia não ter termo
Deixando-me tonta
Acariciavas a lua e o mar
Beijavas o céu e o inferno
E quando o sol se eclipsou
Julguei que o tempo era eterno.
Adormecemos pela manhã
Acordámos já era tarde
No banho purificamos o amor
Aquele que nos uniu
E que a cama partiu!
E logo corres-te para mim
Num beijo apertado prometes-te
Que nunca haveria um fim.
Despimos-nos ao som da música
Tocámos-nos ao ritmo do amor
Enquanto beijava o teu corpo
Murmuravas palavras belas
Versos singelos e singulares
E eu amava-te sem sequelas.
A noite parecia não ter termo
Deixando-me tonta
Acariciavas a lua e o mar
Beijavas o céu e o inferno
E quando o sol se eclipsou
Julguei que o tempo era eterno.
Adormecemos pela manhã
Acordámos já era tarde
No banho purificamos o amor
Aquele que nos uniu
E que a cama partiu!
domingo, setembro 05, 2010
Uma espécie de pausa...
Olá...
Durante umas largas semanas fiz uma espécie de pausa no Blog. Mas brevemente irei colocar mais uns poemas.
Passará a ser mais semanal e continuo a contar com a vossa generosa opinião/crítica, e também em algumas votações que vão ocorrer.
Beijos e obrigada.
O verão a terminar e a dúvida persiste: :-)))
Durante umas largas semanas fiz uma espécie de pausa no Blog. Mas brevemente irei colocar mais uns poemas.
Passará a ser mais semanal e continuo a contar com a vossa generosa opinião/crítica, e também em algumas votações que vão ocorrer.
Beijos e obrigada.
O verão a terminar e a dúvida persiste: :-)))
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