Ora mais um mês que passou e mais um poemasitos que partilhei convosco; desta vez 9.
Lanço mais uma pequena votação, de forma a perceber qual foi o poema que mais gostaram desta vez! (Se é que é possível gostar de algum :p)
Vai estar aberta durante uma semana novamente! Mais um fecho do mês! ;-)
Podem votar e até mesmo comentar a vossa escolha. Eu já fiz a minha, mas desta vez não divulgo para não vos influenciar :-)
Obrigada.
quarta-feira, março 31, 2010
Nuvem de ilusão
Vem como uma nuvem
Pode mesmo precipitar-se
Fica pairando em frente ao olhar
Impedindo de ver com clareza
Não permitindo falar a certeza
Desde manhã ao deitar.
Mesmo no sono persiste,
Mesmo no sonho insiste;
É quando saí fortalecida
Completamente revivida
Inteiramente renovada
A ilusão de me sentir apaixonada.
Acredita-se em tudo
Valoriza-se o nada.
O insignificante passa a importante
O escuro passa a luz
E mesmo o silêncio me seduz.
Como a combater é um dilema
Porque há sempre um não querer
Maior do que a razão
Maior do que a lucidez
Tornando-me impotente...
Para te apagar de vez.
Está acima de tudo
Mesmo de quem aconselha
Ultrapassa o racional
Contorna o coração
Este disfarçar da verdade
Para fugir à gélida realidade.
Pode mesmo precipitar-se
Fica pairando em frente ao olhar
Impedindo de ver com clareza
Não permitindo falar a certeza
Desde manhã ao deitar.
Mesmo no sono persiste,
Mesmo no sonho insiste;
É quando saí fortalecida
Completamente revivida
Inteiramente renovada
A ilusão de me sentir apaixonada.
Acredita-se em tudo
Valoriza-se o nada.
O insignificante passa a importante
O escuro passa a luz
E mesmo o silêncio me seduz.
Como a combater é um dilema
Porque há sempre um não querer
Maior do que a razão
Maior do que a lucidez
Tornando-me impotente...
Para te apagar de vez.
Está acima de tudo
Mesmo de quem aconselha
Ultrapassa o racional
Contorna o coração
Este disfarçar da verdade
Para fugir à gélida realidade.
domingo, março 28, 2010
Noite sem esperança
A noite é inimiga
Daqueles que sofrem do coração
Sem qualquer culpa
Vão sendo consumidos pela solidão
Lavados pelas lágrimas amargas
Que choram em qualquer ocasião.
Quando o sol se põe
A dor é iluminada pela lua
Vem nua e crua
Aperta o peito,
Deixando-me ofegante.
A mesma sensação
Que desejo pelo teu beijo
Na esperança do amanhecer
E voltar-te a ver.
Dou voltas na cama antes de adormecer
Expulso-te dos meus pensamentos
Tento ser forte mas não consigo mais.
Disfarçar não vale a pena
Pois a dor não é nada pequena!
Acho que já não sei amar
Contra esta dor já não sei lutar
A tristeza me invadiu
A melancolia amestrou-me
Mas tudo isto há-de acabar.
Oh noite…
Porque me deixas assim?
Liberta-me e traz o amor para mim!
Daqueles que sofrem do coração
Sem qualquer culpa
Vão sendo consumidos pela solidão
Lavados pelas lágrimas amargas
Que choram em qualquer ocasião.
Quando o sol se põe
A dor é iluminada pela lua
Vem nua e crua
Aperta o peito,
Deixando-me ofegante.
A mesma sensação
Que desejo pelo teu beijo
Na esperança do amanhecer
E voltar-te a ver.
Dou voltas na cama antes de adormecer
Expulso-te dos meus pensamentos
Tento ser forte mas não consigo mais.
Disfarçar não vale a pena
Pois a dor não é nada pequena!
Acho que já não sei amar
Contra esta dor já não sei lutar
A tristeza me invadiu
A melancolia amestrou-me
Mas tudo isto há-de acabar.
Oh noite…
Porque me deixas assim?
Liberta-me e traz o amor para mim!
quarta-feira, março 24, 2010
Ainda…mudará
Perdida na escuridão
Deitada e adormecida pela música
Pela recordação fui tomada
A saudade daquele tempo
Em que vivi apaixonada
Guiada apenas pelo vento.
Lembro-me de todas as noites
De todas as palavras
Da cegues que nasceu
Que ainda não morreu
Mas que como uma chama
Lentamente vai apagando
Sem o teu alento
Sem a tua companhia
E eu sem a minha alegria.
Depressa seco as lágrimas
Aquelas que caem a cada dia
Que ainda não consegui secar
Que estupidamente vais alimentando
Pela insignificante presença
Em cada renascença.
Engano-me a mim mesma,
Pode ser demorado
Posso ser lenta como a lesma
Mas o esquecimento está para chegar
Uma vida para recomeçar
Não vou deixar de ser feliz
Por aquilo que alguém não diz.
Prossigo como sempre
De cabeça erguida
Um sorriso e uma piada
Porque a vida é para ser vivida.
Deitada e adormecida pela música
Pela recordação fui tomada
A saudade daquele tempo
Em que vivi apaixonada
Guiada apenas pelo vento.
Lembro-me de todas as noites
De todas as palavras
Da cegues que nasceu
Que ainda não morreu
Mas que como uma chama
Lentamente vai apagando
Sem o teu alento
Sem a tua companhia
E eu sem a minha alegria.
Depressa seco as lágrimas
Aquelas que caem a cada dia
Que ainda não consegui secar
Que estupidamente vais alimentando
Pela insignificante presença
Em cada renascença.
Engano-me a mim mesma,
Pode ser demorado
Posso ser lenta como a lesma
Mas o esquecimento está para chegar
Uma vida para recomeçar
Não vou deixar de ser feliz
Por aquilo que alguém não diz.
Prossigo como sempre
De cabeça erguida
Um sorriso e uma piada
Porque a vida é para ser vivida.
domingo, março 21, 2010
Recordar com o coração
Quando estou nesse lugar
A ver as estrelas
A apreciar o luar
Tudo o resto já esquecido
Naquele clima morno
E pelo amor aquecido
Nós os dois a amar.
Olhos nos olhos,
Mão na mão,
Esquecemos o que significa solidão
Decorámos as frases ditas
Nestes tempos inesquecíveis
Para sempre repetir
Tornaram-se muito apetecíveis.
Nesse momento suave
Contas-me que adquiriste o céu
E eu, vendera a chuva
Que teimava cair todas as noites
Enriquecendo os nossos finais de tarde.
Formávamos um só
Multiplicávamos as ternuras
Pondo de parte as amarguras
Como se de um sonho tratasse
Numa realidade tão impura
Mas pela eternidade segura.
O momento do adeus
Aquele que ninguém quer
Era encarado como um até sempre
Com um crescente desejo
Que vem todas as vezes que te vejo
Que não esqueço mesmo quando os olhos fecho.
A felicidade foi fiel
Impenetrável pelas discussões
Que terminavam em eclipses
De alegria e amor
Sem tristeza ou dor.
Recordar não faz mal
As coisas boas são assim
Preenchem o dia-a-dia
Dos que tentam esquecer a solidão
E esquecem as razões do coração.
A ver as estrelas
A apreciar o luar
Tudo o resto já esquecido
Naquele clima morno
E pelo amor aquecido
Nós os dois a amar.
Olhos nos olhos,
Mão na mão,
Esquecemos o que significa solidão
Decorámos as frases ditas
Nestes tempos inesquecíveis
Para sempre repetir
Tornaram-se muito apetecíveis.
Nesse momento suave
Contas-me que adquiriste o céu
E eu, vendera a chuva
Que teimava cair todas as noites
Enriquecendo os nossos finais de tarde.
Formávamos um só
Multiplicávamos as ternuras
Pondo de parte as amarguras
Como se de um sonho tratasse
Numa realidade tão impura
Mas pela eternidade segura.
O momento do adeus
Aquele que ninguém quer
Era encarado como um até sempre
Com um crescente desejo
Que vem todas as vezes que te vejo
Que não esqueço mesmo quando os olhos fecho.
A felicidade foi fiel
Impenetrável pelas discussões
Que terminavam em eclipses
De alegria e amor
Sem tristeza ou dor.
Recordar não faz mal
As coisas boas são assim
Preenchem o dia-a-dia
Dos que tentam esquecer a solidão
E esquecem as razões do coração.
quarta-feira, março 17, 2010
Mudança de sentido
Foi diferente de tudo antes…
A forma como tudo nasceu,
Ali juntos tu e eu
Ao som da mesma musica a dançar
De mão dada tempo sem fim
Nunca mais eu esqueci
Dessa noite que despertas-te algo em mim!
Têm se passado semanas,
Meses que parecem anos,
Algo mudou
Outrora já teria desistido
A indefinição corrói o coração
O que vejo corrói a razão.
Sinto a paz no meu peito
Quando estou a teu lado.
Sinto a chama do inferno
Quando não estás por perto.
És doce ao falar
Deixas o sabor amargo quando partes
Não importa este sofrer
Descrevo-o numa das mais belas artes.
Digo-te:
Que o amor tudo muda,
Que o amor tudo traz,
Que o amor tudo leva
E nunca se sabe o que mais
Ele ainda nos reserva.
A inspiração parece não acabar
O amor parece não morrer
Estou disposta a continuar.
Por um amor não se desiste
Por um amor se deve lutar
Destruir todas as barreiras
Queimar as fronteiras
E…
Deixem-se levar
Pela a alegria que é amar!
Não nos podemos moldar
Mas isto leva-nos a mudar
Isso acontece…
Sinto-me calma, feliz, …
Por uma boa causa
Por ti!
A forma como tudo nasceu,
Ali juntos tu e eu
Ao som da mesma musica a dançar
De mão dada tempo sem fim
Nunca mais eu esqueci
Dessa noite que despertas-te algo em mim!
Têm se passado semanas,
Meses que parecem anos,
Algo mudou
Outrora já teria desistido
A indefinição corrói o coração
O que vejo corrói a razão.
Sinto a paz no meu peito
Quando estou a teu lado.
Sinto a chama do inferno
Quando não estás por perto.
És doce ao falar
Deixas o sabor amargo quando partes
Não importa este sofrer
Descrevo-o numa das mais belas artes.
Digo-te:
Que o amor tudo muda,
Que o amor tudo traz,
Que o amor tudo leva
E nunca se sabe o que mais
Ele ainda nos reserva.
A inspiração parece não acabar
O amor parece não morrer
Estou disposta a continuar.
Por um amor não se desiste
Por um amor se deve lutar
Destruir todas as barreiras
Queimar as fronteiras
E…
Deixem-se levar
Pela a alegria que é amar!
Não nos podemos moldar
Mas isto leva-nos a mudar
Isso acontece…
Sinto-me calma, feliz, …
Por uma boa causa
Por ti!
domingo, março 14, 2010
Conceitos (re)nascidos
O conforto da alma
É a busca eterna do ser
O equilíbrio entre o sentir
E o agir…
Para o futuro enfrentar
E esperar o que está para vir.
Mas quando os conceitos básicos
Se corrompem,
Caem as palavras,
Deixando esta vida sem sentido
Passo apenas a acreditar
No que me diz um amigo!
O pensamento é a força da mente
Que conduz da forma mais inocente
A um estado interno incerto
Do exterior induzidos a erro
Mas só quem sente
Sabe que está certo.
Prefiro viver na ignorância
No esquecimento das coisas boas
Apenas para não ter que lembrar
Aquilo que já vivi
Ou aquilo que nunca tive
Mas que a cada segundo relembro
Arrefecida pelas noites de Inverno!
Vejo a esperança como um empréstimo
Que fiz à felicidade,
E esses conceitos eu hei-de recriar
Porque lentamente vou sendo tomada
Pelo sonho de viver
Pela magia do simples estar
Do simples viver cada momento
E não me guiar pelo vento.
É a busca eterna do ser
O equilíbrio entre o sentir
E o agir…
Para o futuro enfrentar
E esperar o que está para vir.
Mas quando os conceitos básicos
Se corrompem,
Caem as palavras,
Deixando esta vida sem sentido
Passo apenas a acreditar
No que me diz um amigo!
O pensamento é a força da mente
Que conduz da forma mais inocente
A um estado interno incerto
Do exterior induzidos a erro
Mas só quem sente
Sabe que está certo.
Prefiro viver na ignorância
No esquecimento das coisas boas
Apenas para não ter que lembrar
Aquilo que já vivi
Ou aquilo que nunca tive
Mas que a cada segundo relembro
Arrefecida pelas noites de Inverno!
Vejo a esperança como um empréstimo
Que fiz à felicidade,
E esses conceitos eu hei-de recriar
Porque lentamente vou sendo tomada
Pelo sonho de viver
Pela magia do simples estar
Do simples viver cada momento
E não me guiar pelo vento.
quarta-feira, março 10, 2010
Amizade gratuita
O que seria do mundo sem amizade?
O que seria de mim sem vocês?
Ela nos ajuda.,
Mesmo quando estamos rodeados
Dos “porquês?”
A verdade é sua irmã
A felicidade reina a valer
Faz-se da humildade uma campeã
E do orgulho um alvo a abater.
Não tem regras
Mas não se abusa
Porque quando dá pró torto
Facilidades não há
E qualquer um sofrerá!
Quando acaba deixa um vazio
Uma vez que não era verdadeira
Tal como pára de correr água
Na altura que fechas a torneira.
Constrói-a e verás
Fala e a verdade ouvirás
Mesmo que não gostes
Tudo fará sentido
Se tiveres uma amigo!
O que seria de mim sem vocês?
Ela nos ajuda.,
Mesmo quando estamos rodeados
Dos “porquês?”
A verdade é sua irmã
A felicidade reina a valer
Faz-se da humildade uma campeã
E do orgulho um alvo a abater.
Não tem regras
Mas não se abusa
Porque quando dá pró torto
Facilidades não há
E qualquer um sofrerá!
Quando acaba deixa um vazio
Uma vez que não era verdadeira
Tal como pára de correr água
Na altura que fechas a torneira.
Constrói-a e verás
Fala e a verdade ouvirás
Mesmo que não gostes
Tudo fará sentido
Se tiveres uma amigo!
domingo, março 07, 2010
Amar é...
Amar é um verbo
Sem pessoas nem tempos
Cheio de conjugações
Repleto de sentimentos
Todos evidentes
Por vezes num simples olhar
Num simples gesto de tocar
Mesmo para os mais descrentes.
Amar é deixar de viver para si
É passares a viver sem um pedaço de ti
Que nem sempre nos acompanha
Mas está sempre presente
Numa parte do corpo ou da mente.
Amar é sorrir a cada manhã
Rir sem razão
Chorar por dores no coração,
Porque:
Se amar é sofrer
Amar também é viver.
Se amar é ceder,
Amar também é compartilhar.
Se amar é chorar,
Amar também é cantar.
Se amar é mudar,
Amar também é crescer.
Se amar é desilusão
Amar também é sonhar.
Amar, amor, …
Não têm definição,
Têm o significado de cada qual
De cada viver, de cada experiência
São palavras em que água e azeite,
Preto e branco
Alegria e dor, …
Juntas fazem sentido
Quer pelo que sei
Quer pelo que tenho vivido!
Sem pessoas nem tempos
Cheio de conjugações
Repleto de sentimentos
Todos evidentes
Por vezes num simples olhar
Num simples gesto de tocar
Mesmo para os mais descrentes.
Amar é deixar de viver para si
É passares a viver sem um pedaço de ti
Que nem sempre nos acompanha
Mas está sempre presente
Numa parte do corpo ou da mente.
Amar é sorrir a cada manhã
Rir sem razão
Chorar por dores no coração,
Porque:
Se amar é sofrer
Amar também é viver.
Se amar é ceder,
Amar também é compartilhar.
Se amar é chorar,
Amar também é cantar.
Se amar é mudar,
Amar também é crescer.
Se amar é desilusão
Amar também é sonhar.
Amar, amor, …
Não têm definição,
Têm o significado de cada qual
De cada viver, de cada experiência
São palavras em que água e azeite,
Preto e branco
Alegria e dor, …
Juntas fazem sentido
Quer pelo que sei
Quer pelo que tenho vivido!
quarta-feira, março 03, 2010
Calor gelado
Ando numa confusão de conceitos
Pões-me a pensar se será
Que não gostas dos meus defeitos
Ou se, realmente não dá.
À tua beira sinto-me feliz
À tua beira sinto-me angustiada
Para quem nada diz
Para quem nada quis
Já me baralhou mais
Que as cartas que jogávamos
Em que parceiros éramos
E uma bela dupla formávamos.
Têm passado dias, semanas, meses…
Foram mais as vezes que te amei
Do que aquelas que por amor
A cada deitar eu te desejei.
O teu sorriso contagia-me
O teu olhar enfeitiça-me
O teu corpo faz-me aquecer
A tua indiferença volta a arrefecer.
A vontade ainda não superou o medo
O desejo soma vitórias
O amor ultrapassa barreiras
O tempo trará troféus
E tu vais alegrando os meus dias
Desconhecendo este meu viver;
Se soubesses também ias querer.
Tento agradar-te;
Fazes do meu quarto o teu quarto
Fazes da minha vida a tua vida
Faço de ti a minha alegria
És a minha melhor companhia
Mesmo quando me deixas nesta agonia.
Quero dizer que te amo
Quero dizer o que por ti mudei
Quero dizer e muito mais fazer
Mas…
O querer não é poder
A força prende-me
E nada me deixa fazer.
Aqueces-me o coração
Corróis-me a alma
A teu lado fico parada
Estranho, o amor deixar-me “gelada”!
Pões-me a pensar se será
Que não gostas dos meus defeitos
Ou se, realmente não dá.
À tua beira sinto-me feliz
À tua beira sinto-me angustiada
Para quem nada diz
Para quem nada quis
Já me baralhou mais
Que as cartas que jogávamos
Em que parceiros éramos
E uma bela dupla formávamos.
Têm passado dias, semanas, meses…
Foram mais as vezes que te amei
Do que aquelas que por amor
A cada deitar eu te desejei.
O teu sorriso contagia-me
O teu olhar enfeitiça-me
O teu corpo faz-me aquecer
A tua indiferença volta a arrefecer.
A vontade ainda não superou o medo
O desejo soma vitórias
O amor ultrapassa barreiras
O tempo trará troféus
E tu vais alegrando os meus dias
Desconhecendo este meu viver;
Se soubesses também ias querer.
Tento agradar-te;
Fazes do meu quarto o teu quarto
Fazes da minha vida a tua vida
Faço de ti a minha alegria
És a minha melhor companhia
Mesmo quando me deixas nesta agonia.
Quero dizer que te amo
Quero dizer o que por ti mudei
Quero dizer e muito mais fazer
Mas…
O querer não é poder
A força prende-me
E nada me deixa fazer.
Aqueces-me o coração
Corróis-me a alma
A teu lado fico parada
Estranho, o amor deixar-me “gelada”!
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