Corre o rio da nascente à foz,
Ajudado por ribeiros
Questiona-se, interiormente,
Se sozinho sobreviveria,
Ou se sem companhia secaria!
Da mesma forma eu me sinto,
Tanta vezes te “colas a mim”,
Espaço não tenho
Vontade não me falta
Até quando me quero ausentar
Tu “fazes o favor” de não me largar.
Mas hoje vejo,
Hoje sinto que és fundamental.
A tua voz já quase esqueci
Queria agora a pedra filosofal
Para eliminar esta distância
Para te ter agora aqui!
O rio ao aproximar-se do mar
Hesita várias vezes
Pensa se há-de em seus braços se perder
Ou nas suas margens se recolher.
Da mesma forma eu me sinto,
Tantas vezes dou por mim a pensar,
Se agir é o melhor remédio,
Ou, se fugir é o melhor prémio!

A-DO-REI!!! Parabéns!!! Gostei mesmo deste.
ResponderEliminarSDuarte
Obrigada mais uma vez.
ResponderEliminarComo te disse este foi o tal que escrevi durante uma conferência sobre Economia, se não me engano mais concretamente sobre a CP, no Encontro Nacional de Estudantes de Economia, em Évora, em 2005. Tal o interessante que estava a ser...
Beijos
Bendita conferência. ;0) SDuarte
ResponderEliminarSem dúvida alguma... este é o meu preferido! Beijinhos e mta inspiração ;)
ResponderEliminarEstou a ver que este já se está a destacar... confesso que não foi a minha escolha.
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