Desapercebidos passam muitas vezes
Por muitas multidões,
Sempre calados e tímidos
Inúmeros camaleões;
Gente com vida e cor
Despertam algum amor
Em tantos corações.
Tenta camuflar debaixo da pele
Tenta disfarçar sentimentos
Muda de cor quando quer
Muda a vida de quem os quiser.
Adaptam-se às ocasiões
Moldam-se aos outros
Escondem-se que nem tontos
Fogem da cor
Temem o amor.
Quando a velhice chega
O camaleão perde a magia
Não mais consegue disfarçar
Não mais pode caçar,
Mais fácil será caçá-lo
Um camaleão velho
É mais fácil amá-lo.

Rita, finalmente tirei uns minutinhos para ler as tuas obras primas. Gostei muito deste "camaleão" que se adapta à vida mudando de côr :0))
ResponderEliminarMuito giraço este poema! Sandra Duarte