As expectativas são fruto proibido
Advêm de ideias ricas em imaginação
Prosperam em tempos duros
Multiplicam-se em horas de solidão
E acabam com a esperança
Quando nada resta,
Quando nada dura,
Quando tudo acaba.
Pensar que te esqueci
É enganar-me a mim
A cada deitar, a cada acordar
Lá estás tu…
E eu... por juntar.
A distância faz-se agora ouvir
As lágrimas sentem-se molhadas
Aquelas que pensava esgotadas
Nas noites como esta amarguradas
Pelo sal fui tomada
E pela tristeza arremessada.

Rita
ResponderEliminarTu és uma verdadeira artista, nascida numa cidade cheia de inspirações; Estes teus poemas fazem lembrar Pedro e Inês nessa Coimbra romântica e cheia de magia e lágrimas. Muitos parabéns pelas palavras lindas que escreves. :0) Aquele beijão da tua Amiga Sandra Duarte
Muito obrigada pelas tuas palavras também... :-)
ResponderEliminarBeijinhos